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Aparecida de Goiânia registra 1ª morte por ômicron no Brasil, diz prefeitura
06/01/2022 18:11 em Novidades

País ainda não havia registrado óbito pela variante, conforme o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, na noite de quarta-feira. Vítima trata-se de idoso de 68 anos portador de doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão arterial. Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, registrou a 1ª morte pela variante ômicron da Covid-19 no Brasil.

A informação foi divulgada pela prefeitura na tarde desta quinta-feira (6). A vítima é um idoso de 68 anos portador de doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão arterial. De acordo com a prefeitura, o idoso começou a ter tosse, dispneia e desconforto respiratório no dia 20 de dezembro de 2021. Dois dias depois, ele deu entrada e foi internado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

No dia 26 de dezembro ele transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal, mas morreu no dia seguinte após um choque séptico. A prefeitura solicitou no dia 28 a amostra do RT-PCR do paciente para sequenciamento genético. O resultado positivo saiu nesta quinta-feira. O idoso estava vacinado com três doses, segundo a prefeitura. Especialistas explicam que a vacinação contra a Covid-19 reduz o risco de morte pela doença e suas variantes. Eles afirmam ainda que os imunizantes disponíveis contra o coronavírus são para evitar o agravamento dos casos, mas que não há garantia de que possam impedir a reinfecção.

A prefeitura informou ainda que o idoso tinha tido contato com um morador que a Secretaria Municipal de Saúde já havia confirmado como infecção pela variante. A confirmação do primeiro óbito ocorre dez dias após a declaração de transmissão comunitária na cidade.

Até esta quinta-feira, o município já confirmou 55 casos de ômicron. A prevalência da variante alcançou a casa dos 93,5%. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado na quarta-feira (5), o país tem 265 casos confirmados de ômicron e há outros 520 em análise.

O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quinta-feira que a variante ômicron pode ser menos grave, mas não deve ser classificada como "leve". Durante uma entrevista coletiva, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também repetiu seu apelo por uma maior equidade global na distribuição e acesso às vacinas contra o coronavírus. Ele alertou que, com base na taxa atual de distribuição de vacinas, 109 países não cumprirão a meta da OMS de que 70% da população mundial seja totalmente vacinada até julho. Esse objetivo é visto como uma ajuda fundamental para encerrar a fase aguda da pandemia.

Fonte G1.

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